COLUNA ESPORTE MANIA: Golfe e rúgbi retornam à programação olÃmpica no Rio-2016.
outubro 9th, 2009, por admin


Foto: O golfista norte-americano Tiger Woods participou da campanha pelo retorno do golfe à s OlÃmpiadas.
Nesta sexta-feira (09), o COI (Comitê OlÃmpico Inetrnacional) confirmou que o golfe e o rúgbi irão reestrear nas OlÃmpiadas em plenos Jogos do Rio-2016. Os dois esportes conquistaram o direito de retornar à programação olÃmpica num processo seletivo disputado contra caratê, patinação e beisebol, dentre outros.
Por uma votação de 63 a 27, os delegados do COI decidiram pela volta do golfe à s OlÃmpiadas, que não contavam com o esporte desde Saint Louis-1904. Já o rúgbi conquistou uma vitória mais folgada: por 81 votos a favor e apenas oito contra, a modalidade reestreia nos Jogos OlÃmpicos com sete jogadores, e não em sua forma tradicional de 15 jogadores, que era considerada olÃmpica até 1924.
“O rúgbi é um esporte vibrante, dinâmico e que certamente será uma grande atração dos Jogos. Já o golfe é praticado em belos cenários e que exige precisão e concentração dos atletas. Particularmente, votei na entrada dos dois esportes no programa olÃmpico”, declarou Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê OlÃmpico Brasileiro (COB), acrescentando que irá repassar verbas da Lei Agnelo/Piva para as confederações dos dois esportes a partir de janeiro do próximo ano.


O aclamado cineasta Fernando Meirelles (foto), sócio da O2 Filmes, que produziu os vÃdeos de promoção do Rio de Janeiro como sede das OlimpÃadas de 2016, comentou de forma bem-humorada a leitura emocionada do presidente Lula do discurso escrito por Scott Givens, responsável pelas aberturas de Sydney-2000 e do Pan de 2007. “Lula é um ator impressionante. Ele vai lá, dá uma lida [no texto] em 20 minutos e fala aquilo como se tivesse saÃdo na hora, do coração dele. Não tem Wagner Moura pro Lula! Ele é o melhor ator. Não sei se o melhor presidente”, declarou Meirelles.


















No campo da literatura, a capital fluminense sempre foi inspiração para grandes escritores brasileiros. Escrito pelo músico Chico Buarque, “Cidade Submersa” é um verdadeiro itinerário afetivo que elenca os locais mais inspiradores e divertidos da cidade, de Copacabana ao subúrbio. “Maré”, de Dráuzio Varella, auxilia o turista a entender melhor a realidade social do Rio, retratando o perfil da Maré, o maior complexo de comunidades do Rio de Janeiro.
