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Arquivo para a categoria ‘Especial de Teatro’

MAIS AÇÃO ESPECIAL TEATRO (05): O primeiro teatro do Brasil.

imgMarço 27th, 2008, por admin

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ESPECIAL DE TEATRO MAIS AÇÃO
Por Simone Rocha

No especial feito em comemoração ao Dia Mundial do Teatro, o primeiro teatro brasileiro ganha uma postagem exclusiva.

O Teatro Amazonas surgiu, no papel, em 1881, mas só no final de 1884, foram iniciadas as obras de alicerce da edificação. Por conta de desentendimentos em relação aos contratos de construção, a obra ficou paralisada e somente em 31 de dezembro de 1896, o Teatro Amazonas foi inaugurado.

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teatro_amazonas_brasil_especialteatro_fotoblogmaisacao27032.jpgA estrutura do Teatro Amazonas é majestosa e impressionante. As formas curvilíneas e vazadas identificam a tendência eclética da arquitetura da época. Destaque para a riqueza dos arcos, pilares, pilastras com capitéis e estátuas, que complementam a proeza arquitetônica desta obra.

Quase todos os materiais utilizados na construção do primeiro teatro do Brasil vieram da Europa. O ferro foi trazido da Inglaterra; o bronze, da Bélgica; o cristal, de Murano. O único material brasileiro utilizado foi a madeira de lei, que era enviada para a Europa e voltava já trabalhada para o Brasil na forma de móveis e piso.

O calçamento que cobre as áreas externas do teatro, inclusive escadas, é conhecido como pedra de Liós e foi importado de Portugal. Com a abundância da borracha na época, todo o calçamento externo que dá acesso ao teatro foi revestido com espessas mantas de borracha para evitar o incômodo barulho das carruagens que chegavam com autoridades e convidados.

A cobertura do Teatro Amazonas foi feita com telhas fabricadas sob encomenda, originárias da Alsácia. São mais ou menos 60.000 peças vitrificadas, com as cores da Bandeira Nacional, cujo brilho colorido pode ser visto de vários pontos da cidade. Imaginem a beleza disso tudo!!!

Entre os detalhes que mais chamam a atenção está o pano de boca, que sobe inteiro até a cúpula, sem ser amassado ou dobrado, já que sustenta a obra assinada por Crispim do Amaral, que retrata o encontro das águas dos rios Negro e Solimões.

Confira imagens que detalham o Teatro Amazonas:

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A base dos quatro pilares do salão principal também merece destaque já que, vistos de baixo, representam a base da torre Eiffel. O piso do Salão Nobre foi montado com doze mil peças de madeira nobre, somente encaixadas.

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O Teatro Amazonas é, sem dúvida, o mais importante prédio da cidade, não somente pelo seu inestimável valor arquitetônico, mas principalmente pela sua importância histórica, uma prova viva da prosperidade e riqueza vividos na fase áurea da borracha.

seloteatro_blogmaisacao1.jpgA MAIS AÇÃO ENTRETENIMENTO parabeniza a todos os profissionais que fazem do teatro essa magnífica expressão artística que encanta os espectadores por todo o mundo.

Clique aqui para conferir todo o especial de notícias sobre o teatro que a Mais Ação apresentou no Portal Mais Ação.

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MAIS AÇÃO ESPECIAL TEATRO (04): O Teatro Brasileiro.

imgMarço 27th, 2008, por admin

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ESPECIAL DE TEATRO MAIS AÇÃO
Por Simone Rocha

Hoje, dia 27 de março, é comemorado o Dia Mundial do Teatro e a MAIS AÇÃO ENTRETENIMENTO encerra seu especial de notícias sobre o Teatro, trazendo para vocês como se desenvolveu o teatro brasileiro.

No Brasil, o teatro surgiu quando Portugal começou a fazer do país sua colônia, no século XVI. Os jesuítas, com o interesse de catequizar os índios, trouxeram não só a nova religião, católica, mas também uma cultura diferente, em que se incluía a literatura e o teatro. Nessa época, o maior responsável pelo ensino do teatro, bem como pela autoria das peças, foi o Padre Anchieta.

No século seguinte, o teatro brasileiro se diversificou com a introdução de novas peças trazidas da Espanha, além das encenações em língua portuguesa. O baiano Manoel Botelho de Almeida escreveu obras teatrais e Antônio José da Silva, o Judeu, contribuiu com peças que eram encenadas no Teatro do Padre Ventura, no Rio de Janeiro.

As representações teatrais aconteciam principalmente em ocasiões festivas, quando grupos amadores montavam, em praça pública, peças populares, em homenagem às autoridades.

teatro_municipal_riodejaneiro_saocaetano_fotoblogmaisacao_especialteatro2703.jpgO primeiro ator e dramaturgo a se destacar foi João Caetano. Carioca, nascido em 1808, interpretou clássicos de autores do teatro como Shakespeare e Molière, além de autores brasileiros. Hoje, a sala de teatro do Rio de Janeiro (foto ao lado), que anteriormente se chamava “Real Teatro São João”, construída em 1810 por determinação do imperador D. João VI, leva o nome de João Caetano, em homenagem ao dramaturgo.

Outra fase do teatro brasileiro acontece com o Romantismo, enfatizando a literatura cotidiana e histórica do país. Dessa época destacaram-se Gonçalves de Magalhães, Martins Pena, Leonor de Mendonça, Castro Alves e Joaquim Manuel de Macedo.

Em meados do século XIX, autores como Machado de Assis e Aluísio de Azevedo introduzem o Realismo, através da literatura recheada de humor e sarcasmo, criticando as elites brasileiras. No teatro, destacou-se o escritor Arthur de Azevedo, que escreveu peças relacionadas às questões político-sociais do país. Entre as quais “A Capital Federal” e “O Mambembe”, até hoje montadas em nossos teatros.

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Já no final do século XIX, teve início a construção dos grandes teatros brasileiros, como o Teatro Amazonas (1896 - foto acima), o Theatro Municipal do Rio de Janeiro (1909) e o Theatro Municipal de São Paulo (1911 – foto abaixo). As edificações foram inspiradas na Ópera de Paris. Nesses locais, em princípio, encenavam-se obras eruditas, óperas, orquestras, apresentações de grupos e artistas estrangeiros. Hoje esses teatros recebem todo tipo de espetáculos, do clássico ao regional.

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Na década de 40, atores do leste europeu refugiaram-se no Brasil, introduzindo o método de Stanislávski no Teatro Oficina, no Rio de Janeiro. A montagem de Ziembinski, para “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, em 1943, transformou o papel do diretor de teatro no Brasil e a obra revolucionou a dramaturgia brasileira.

Em 1948, o italiano Franco Zampari fundou o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) em São Paulo, transformando um casarão em um magnífico teatro com 365 lugares e equipamento de luz. Zampari contratou técnicos da Europa, diretores, cenógrafos e iluminadores que ensinaram e formaram profissionais no Brasil.

nelson_rodrigues_fotoblogmaisacao_especial_teatro_2703.jpgAs questões sociais passaram a ser discutidas nas peças brasileiras nos anos de 1950. Nelson Rodrigues (foto ao lado) despertou polêmica com peças consideradas escandalosas. Ariano Suassuna inovou o teatro regionalista.

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MAIS AÇÃO ESPECIAL TEATRO(03): O processo de concepção no teatro.

imgMarço 23rd, 2008, por admin

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ESPECIAL DE TEATRO MAIS AÇÃO
Por Simone Rocha

especial_teatro_maisacao_fotoblogmarco_01a2.jpgO processo de modelização no teatro não é resultado apenas dos códigos que o constituem como linguagem. É preciso considerar também os códigos culturais organizadores dos gêneros, ou melhor, das formações discursivas que se reportam às esferas de uso da linguagem dentro de contextos sócio-culturais específicos.

Quando os códigos do teatro se organizam para definir um gênero, é a própria cultura que manifesta seus traços diferenciais. Isso é o que se pode verificar no teatro popular seja de Shakespeare ou do nosso Ariano Suassuna, cujas autos ilustram muito propriamente o processo da modelização no teatro.

1.0 CENÁRIO

O cenário determina o espaço e o tempo da ação teatral. Contudo, para se entender o cenário em sua linguagem, é preciso recorrer à gramaticalidade de outras sistemas artísticos, como a pintura, a escultura, a arquitetura, a decoração, o design da iluminação. São esses sistemas que se encarregam de representar um espaço geográfico (uma paisagem, por exemplo), um espaço social (uma praça pública, uma cozinha, um bar) ou um espaço interior (a mente, as paixões, os conflitos, os sonhos, o imaginário humano).

No cenário, ou apenas em um dos seus constituintes, se projeta o tempo: a época histórica, estações do ano, horas do dia, os momentos fugazes do imaginário.

Existe ainda o caso dos espetáculos em que os recursos cenográficos estão na performance do ator, no ruído, no vestuário ou na iluminação.

2.0 ILUMINAÇÃO

Diferente dos demais sistemas sígnicos teatrais, a iluminação é um procedimento bastante recente. Sua introdução no espetáculo teatral, deu-se apenas no séc XVII, ganhando fôlego com a descoberta da eletricidade. A principal função da iluminação é delimitar o espaço cênico. Quando um facho de luz incide sobre um determinado ponto do palco, significa que é ali que a ação se desenrolará naquele momento. Além de delimitar o lugar da cena, a iluminação se encarrega de estabelecer relações entre o ator e os objetos; o ator e os personagens em geral. A iluminação “modela” através da luz o rosto, o corpo do ator ou um fragmento do cenário. As cores difundidas pela iluminação é um outro recurso que também permite uma leitura semiológica.

3.0 MÚSICA

A música sempre esteve presente no teatro, desde as suas origens. A música por se sesenvolver no tempo é o elemento dialógico por excelência do texto teatral. Dialoga com os movimentos do ator, explicita seu estado interior, contracena com a luz, com o espaço em todos os seus aspectos. Quando acrescentada a outros sistemas de signos de uma peça, o papel da música é o de enfatizar, ampliar, de desenvolver e até de desmentir ou substituir os signos dos outros sistemas. Um outro exemplo da utilização da música no teatro é a escolha que o diretor faz do tema musical que acompanha a entrada e a saída de um determinado personagem, tornando-a assim signo de cada uma delas.

4.0 O ATOR

4.1- GESTO

O gesto é um dos organizadores fundamentais da gramática do teatro. É no gesto e também na voz que o ator cria a personagem (persona). Através de um sistema de signos codificados, tornou-se um instrumento de expressão indispensável na arte dramática ao exprimir os pensamentos através do movimento ou atitude da mão, do braço, da perna, da cabeça ou do corpo inteiro.

Os signos gestuais podem acompanhar ou substituir a palavra, suprimir um elemento do cenário, um acessório, um sentimento ou emoção.

Os teóricos do gesto acreditam ser possível fazer com a mão e o braço cerca de 700.00 signos.

4.2- VOZ

A voz é, antes de mais nada, elemento fundador do texto teatral, escrito ou não. Quando não vocalizado, o texto é gesto. É pela voz que o ator dá vida a seu personagem. Ela atua como uma “fronteira de liberdade” que o ator explora a seu modo, através da entoação, do ritmo, da rapidez e da intensidade com que ele pronuncia as palavras antes apenas escritas, criando desta forma, os mais variados signos. A voz e o gesto formam a performance, a linguagem primária do teatro.

4.3- MOVIMENTO CÊNICO

As várias maneiras do ator se deslocar no espaço cênico, suas entradas e saídas, ou sua posição com relação aos outros atores, aos acessórios, aos elementos do cenário ou até mesmo aos espectadores, podem representar os mais variados signos. A movimentação tanto cria a unidade do texto teatral como organiza e relaciona as seqüências no espaço cênico.

4.4- VESTUÁRIO

Assim como na vida real, o vestuário no teatro se reporta a vários sistemas sígnicos da cultura. A sua decodificação pode indicar tanto o sexo quanto idade, classe social, profissão, nacionalidade, religião de um. No entanto, o poder semiológico do vestuário não se limita apenas a definir o personagem que o veste. O traje é também o signo que representa clima, época histórica, região, estação do ano, hora do dia. É interessante observar que em certas tradições teatrais, como na commedia della’arte por exemplo, a vestimenta torna-se uma espécie de “máscara” que vai identificar os tipos imutáveis (stock characters), que se repetem de geração a geração. Personagens como o avarento, o bufão, o rei, a megera, a donzela e o servo trapalhão entre outros. O vestuário é também um sistema de signos que se reporta a outros sistemas da cultura, como por exemplo a moda.

seloteatro_blogmaisacao.jpgMarço é o mês do Teatro e a MAIS AÇÃO ENTRETENIMENTO está apresentando no Portal Mais Ação um especial de notícias sobre essa manifestação artística que encanta o mundo todo. Clique aqui para conferir todo o especial.

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MAIS AÇÃO ESPECIAL TEATRO(02): Os gêneros teatrais.

imgMarço 18th, 2008, por admin

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MAIS AÇÃO
Por Simone Rocha

Março é o mês do teatro e você está acompanhando um especial de notícias aqui no Portal Mais Ação. Chegou a vez de conhecer os gêneros teatrais. Será que você conhece todos? Vamos conferir.

gilvicente_portugal_teatro_especial_fotoblogmaisacao.jpgAuto - é um sub-gênero da literatura dramática. Tem sua origem na Idade Média, na Espanha, por volta do século XII. Em Portugal, no século XVI, Gil Vicente (imagem ao lado) é a grande expressão deste gênero dramático. Camões e Dom Francisco Manuel de Melo também adotaram esta forma. O auto era escrito em redondilhos e visava satirizar pessoas.

Comédia - é o uso de humor nas artes cênicas. Também pode significar um espetáculo que recorre intensivamente ao humor. De forma geral, “comédia” é o que é engraçado, que faz rir.

Drama - é, também, usado como gênero de personalização usado em filmes, cinema, telenovelas, teatro e qualquer representação de personagem.

Farsa - é uma modalidade burlesca de peça teatral, caracterizada por personagens e situações caricatas. Difere da comédia e da sátira por não preocupar-se com a verossimilhança nem pretender o questionamento de valores.

Melodrama - tem significados muitas vezes contraditórios e é aplicado com diferentes significados a formas artísticas diversas e ocorrências variadas e/ou em distintas ocorrências dentro dos meios de comunicação de massas.

Ópera - é um gênero artístico que consiste num drama encenado com música.

Monólogo - é uma longa fala ou discurso pronunciado por uma única pessoa ou enunciador.

Musical - é um estilo de teatro que combina música, canções, dança, e diálogos falados.

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Revista (foto acima) - é um género de teatro, de gosto marcadamente popular, que teve alguma importância na história das artes cénicas, tanto no Brasil como em Portugal, que tinha como caracteres principais a apresentação de números musicais, apelo à sensualidade, à comédia leve com críticas sociais e políticas, e que teve seu auge em meados do século XX.

comedia_standup_fotoblogmaisacao_especial2.jpgStand-up comedy (foto ao lado) - é uma expressão em língua inglesa que indica um espectáculo de humor executado por apenas um comediante.

Surrealismo - foi um movimento artístico e literário surgido primariamente em Paris dos anos 20, inserido no contexto das vanguardas que viriam a definir o modernismo, reunindo artistas anteriormente ligados ao Dadaísmo e posteriormente expandido para outros países.

Tragédia - é uma forma de drama, que se caracteriza por sua seriedade e dignidade, freqüentemente envolvendo um conflito entre um personagem e algum poder de instância maior, como a lei, os deuses, o destino ou a sociedade.

Tragicomédia - é a mistura de tragédia com comédia, em peças e filmes. É a mistura do trágico com o cômico. Originalmemnte, significava a mistura do real com o imaginário.

teatro_infantil_fotoblogmaisacao1803_especial21.jpgTeatro Infantil (foto ao lado) - tem uma importância fundamental na educação. Ele permite ao aluno uma enorme “gama” de aprendizados, podem ser citados como exemplos a socialização, a criatividade, a coordenação, a memorização, o vocabulário e muitos outros.

Teatro de Feira - No início do século XVII, ao mesmo tempo que Shakespeare e Lope de Vega iniciavam seu trabalho em Londres e na Espanha, haviam em Paris seis grandes feiras, mas apenas duas tiveram reconhecida importância como locais constantes de manifestação teatral: as feiras de Saint-Germain, que durava de 3 de fevereiro à Páscoa e de Saint-Laurent, no verão europeu, do final de junho ao final de outubro, nos quais se apresentavam artistas variados em sucessivos números de dança, canto, malabarismo, acrobacias, mímica, números de bonecos, animais amestrados e pequenas cenas teatrais de caráter farsesco.

Teatro de Rua - Diz-se de um gênero de teatro popular apresentado em praças, ruas, avenidas e demais lugares públicos, ao ar livre, em rodas de espectadores ao nível do chão - como os camelôs o fazem - ou em plataformas, ou caminhões, etc., geralmente de maneira rápida , com iluminação e recursos técnicos precários, ou inexistentes.

Teatro Invisível - é uma forma de encenação na qual apenas os atores sabem que de fato há uma encenação.

fantoches_especial_teatro_fotoblogmaisacao_1803_especial2.jpgTeatro de Fantoches (foto ao lado) - Kheimeh-shab-bazi é o nome do tradicional teatro de fantoches persa, executado numa pequena câmera. Há duas pessoas envolvidas: o artista musical e um outro, denominado morshed. Os diálogos ocorrem entre o morshed e os bonecos. A forma de atuação, as caracterizações e as técnicas de redação dos textos tornam essa forma de teatro de bonecos única entre as demais.

Teatro de Sombras - é uma arte muito antiga, originária da China, de onde se espalhou para o mundo, sendo atualmente praticada regularmente por grupos de mais de 20 países.

Teatro Lambe – Lambe - também conhecido como teatro de miniaturas, é uma linguagem de formas animadas que ocupa um espaço cênico mínimo, formado por um palco em miniatura confinado em uma caixa de dimensões reduzidas. Nesse espaço são apresentadas peças teatrais de curtíssima duração através da manipulação de bonecos, para um espectador por vez. Essa linguagem é de origem remota, com registros do antigo oriente que reaparece no Brasil na década de 90, e tem estado presente em mostras paralelas em festivais de Formas Animadas.

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MAIS AÇÃO ESPECIAL TEATRO(01): Março é o mês do Teatro.

imgMarço 15th, 2008, por admin

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ESPECIAL DE TEATRO MAIS AÇÃO
Por Simone Rocha

A MAIS AÇÃO ENTRETENIMENTO orgulhosamente apresenta para você um especial feito inteiramente sobre o Teatro. Março é o mês dedicado a essa manifestação artística que surgiu nos tempos antigos e até hoje conquista as pessoas em todo o mundo.

O vocábulo grego “Théatron” estabelece o lugar físico do espectador, “lugar onde se vai para ver”. Entretanto, o teatro também é o lugar onde acontece o drama frente à audiência, complemento real e imaginário que acontece no local de representação. Ele surgiu na Grécia antiga, no século IV a.C..

especial_teatro_maisacao_fotoblogmarco_01a.jpgNo dia 27 de março é comemorado o Dia Mundial do Teatro, data que foi instituída em 1961, pelo International Theatre Institute (ITI). O Dia é celebrado anualmente pelos Centros ITI e pela comunidade teatral.

O maior teatro do mundo é o Perth Entertainment Center, construído na cidade de Perth, na Austrália. A capacidade desse teatro é para 8.500 pessoas e seu palco principal mede 21,3 metros de largura.

No Brasil, o teatro surgiu no século XVI, tendo como motivação a propagação da fé religiosa.

Lembramos que o teatro é a imitação de uma ação e que o ato de imitar está presente na essência dos mais primitivos rituais que conhecemos.

O teatro é uma manifestação da vida. Não somos mais do que meros mortais, mas o teatro é eterno como a vida em si mesma.

Conhecer a História do Teatro (do Rito ao nascimento do Drama, Teatro Grego, Teatro Romano, Teatro na Idade Média, Teatro Renascentista, Teatro Oriental, Teatro no final do séc XIX e início do séc XX, Teatro Moderno, Teatro Contemporâneo) é percorrer os caminhos desta prática sedimentar, com camadas de razão e emoção, depuradas pela ação do tempo milenar e que nos mostra como a força de uma arte tão antiga continua atual e múltipla, possibilitando-nos “imbuir de um ardente e passageiro sabor de outro mundo, no qual nosso universo presente esteja integrado e transformado” (Peter Brook - foto abaixo).

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Não deixe de acompanhar as próximas notícias sobre o teatro no especial do Portal Mais Ação. Você vai conhecer os gêneros teatrais, o Teatro no Brasil e muito mais curiosidades. Aguardem!

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