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COLUNA LEITURA: As novas regras da língua portuguesa.

imgSetembro 20th, 2008, por admin

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2009 reserva muitas surpresas, com certeza! Até o nosso jeito de escrever vai mudar, já que o português escrito no Brasil passará a seguir as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado também pelos países Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe.

O Brasil será o primeiro país a adotar oficialmente a nova grafia, que será obrigatória em documentos oficiais e para a mídia. No ensino público, as regras começam a ser implementadas a partir do ano de 2010 e até 2012 as novas regras serão adotadas para todas as séries.

livro_escrevendo_pela_nova_ortografia_publicacao_parceria_publifolha_instituto_antonio_houaiss_fotodivulgacao_fotoblogmaisacao200908_150pxl.jpgA minha dica de hoje para vocês é o livro “Escrevendo Pela Nova Ortografia” (foto à direita), publicação da parceria entre a Publifolha e o Instituto Antônio Houaiss, uma das mais importantes instituições ligadas à língua portuguesa no Brasil.

“Escrevendo Pela Nova Ortografia” esclarece as principais dúvidas e trata das principais questões do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, como acentuação, trema, hífens, uso do “h”, grafia de nomes próprios estrangeiros, entre outras. Traz informações essenciais para todas as pessoas -de estudantes a profissionais-, que usam qualquer forma escrita da língua portuguesa.

Com uma versão concisa e simplificada do Acordo, “Escrevendo Pela Nova Ortografia” apresenta um capítulo inteiro que explica as novas regras em 21 tópicos que mais possam interessar ao leitor e aos professores de português, além de contar com um quadro-resumo que mostra de forma fácil as principais mudanças ortográficas. O título reproduz também o texto do acordo na íntegra, com observações e explicações, além de traçar uma breve história da língua portuguesa e o percurso da ortografia do idioma. A publicação traz também considerações sobre a função social de uma língua e sobre variação lingüística e uniformização ortográfica.

“Escrevendo Pela Nova Ortografia” está sendo vendido nas principais livrarias pelo valor de R$19,90. Você pode comprar a publicação também pelo telefone 0800-140090 ou no site da Publifolha (clique aqui para conferir)

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COLUNA LEITURA: Prêmio Portugal Telecom de Literatura.

imgSetembro 3rd, 2008, por admin

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Meus queridos leitores, venho trazendo para vocês ricas informações sobre nossa Literatura, e comento feliz que cada vez mais nosso nordeste vem sendo consagrado em premiações deste segmento. Também me sinto lisonjeada em ser a portadora dessas notícias das quais espero que seja de grande atribuição cultural para vocês.

coluna_leitura_raimundo_carreiro_escritor_jornalista_indicado_premio_portugal_telecom_literatura_fotodivulgacao_fotoblogmaisacao030908_200pxl.jpgRaimundo Carreiro (foto), escritor e jornalista, nascido em Salgueiro, sertão de Pernambuco, em 20 de dezembro de 1947, tendo estudado toda sua infância a adolescência em colégios salesianos e arquidiocesano, teve seu nome confirmado na lista de finalista do Prêmio Portugal Telecom de Literatura, um dos mais importantes do nosso país. Ele está concorrendo com o romance “O Amor Não Tem Bons Sentimentos” lançado no ano passado. Essa obra que vem desenvolvendo há 30 anos, e sendo indicado ao prêmio, mostra seu amadurecimento.

O autor tem suas consagrações merecedoras diante os méritos de vencedor de várias premiações, dentre elas, o Prêmio Jabuti em 2000 pelos contos “As Sombrias Ruínas da Alma”, finalista do Prêmio Jabuti com o romance “Somos Pedras Que Se Consomem”, sendo este vencedor dos prêmios Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e o Machado de Assis, concedido pela Biblioteca Nacional. Além disso, Raimundo Carreiro tem participação direta no International Writting Programs da Universidade de Lowa, nos Estados Unidos, e em outubro de 2004 foi eleito para a Cadeira 3 da Academia Pernambucana de Letras, tomando posse em de janeiro de 2005.

Para alegria de seus leitores, atualmente Carreiro está se dedicando a mais uma bela obra, provisoriamente intitulada como “Minha Alma É Irmã de Deus”.

Confira abaixo as principais obras de Raimundo Carreiro:

- A História de Bernarda Soledade - A Tigre do Sertão (1975);
- O Bordado: A Pantera Negra (1975);
- As Sementes do Sol - O Semeador (1981);
- A Dupla Face do Baralho - Confissões do Comissório Félix Gurgel (1984);
- Sombra Severa (1986);
- Maçã Agreste (1989);
- Sinfonia para Vagabundos (1992);
- Extremos do Arco-íris (1992);
- Somos Pedras Que Se Consomem (1995);
- O Amor Não Tem Sentimentos (2007).

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COLUNA LEITURA: Os 100 anos da morte de Machado de Assis.

imgAgosto 14th, 2008, por admin

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Olá meus leitores,

Nesta quinzena irei envolvê-los com a história do maior escritor afro-descendente de todos os tempos, considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira, Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta. Trarei ainda nesta edição suas obras e algumas homenagens realizadas durante este ano que marca o centenário da sua morte.

coluna_leitura_centenario_morte_machado_de_assis_suzana_albuquerque_fotomachadocor_fotoblogmaisacao140808_200pxl.jpgMachado de Assis (fotos) nasceu no Rio de Janeiro em 21 de julho de 1839. Filho de operário mestiço e português, órfão de mãe, ele foi criado pela madrasta também mestiça. Menino de saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco de sua infância e início da juventude.

Considerado um dos criadores da crônica no país, Machado de Assis possui uma extensa obra que inclui poesias, peças de teatro, e crítica literária. Além disso, ele foi o primeiro fundador da Academia Brasileira de Letras, também chamada de “Casa de Machado de Assis”.

Por essas e outras informações, não é em vão que no centenário da morte de Machado de Assis, o país esteja realizando eventos em seu nome, contagiando a todos com um importante entusiasmo literário. Destaque para a mostra “Mas Este Capítulo Não É Sério”, uma iluminada exposição na Estação da Luz, em São Paulo, sobre a vida e obra de Machado de Assis, que acontece até o dia 26 de outubro. Vale ressaltar também que Machado foi lembrado, e bem lembrado, durante o Festival de Inverno de Campos de Jordão (SP) durante o mês das férias.

Indico aos meus leitores, o livro de Cláudio Murilo Leal, com “toda a poesia” de Machado de Assis. Nesta obra, vocês poderão saber curiosidades como o poema “Menina e Moça”, assim como mergulhar no mar de ilusões poéticas do nosso eterno Machado de Assis.

Deixo ainda, logo abaixo, todas as suas obras para enriquecimento literário dos interessados. Boa leitura!

BIBLIOGRAFIA – MACHADO DE ASSIS

Comédia

Desencantos, 1861;
Tu, só tu, puro amor, 1881.

Poesia

Crisálidas, 1864;
Falenas, 1870;
Americanas, 1875;
Poesias completas, 1901.

Romance

coluna_leitura_centenario_morte_machado_de_assis_suzana_albuquerque_fotocapadomcasmurro_fotoblogmaisacao140808_200pxl.JPGRessurreição, 1872;
A mão e a luva, 1874;
Helena, 1876;
Iaiá Garcia, 1878;
Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881;
Quincas Borba, 1891;
Dom Casmurro, 1899;
Esaú Jacó, 1904;
Memorial de Aires, 1908.

Conto

Contos Fluminenses,1870;
Histórias da meia-noite, 1873;
Papéis avulsos, 1882;
Histórias sem data, 1884;
Várias histórias, 1896;
Páginas recolhidas, 1899;
Relíquias de casa velha, 1906.

Teatro

Queda que as mulheres têm para os tolos, 1861;
Desencantos, 1861;
Hoje avental, amanhã luva, 1861;
O caminho da porta, 1862;
O protocolo, 1862;
Quase ministro, 1863;
Os deuses de casaca, 1865;
Tu, só tu, puro amor, 1881.

Algumas obras póstumas

Crítica, 1910;
Teatro coligido, 1910;
Outras relíquias, 1921;
Correspondência, 1932;
A semana, 1914/1937;
Páginas escolhidas, 1921;
Novas relíquias, 1932;
Crônicas, 1937;
Contos Fluminenses - 2º volume, 1937;
Crítica literária, 1937;
Crítica teatral, 1937;
Histórias românticas, 1937;
Páginas esquecidas, 1939;
Casa velha, 1944;
Diálogos e reflexões de um relojoeiro, 1956;
Crônicas de Lélio, 1958;
Conto de escola, 2002.

Antologias

Obras completas (31 volumes), 1936;
Contos e crônicas, 1958;
Contos esparsos, 1966;
Contos: Uma Antologia (02 volumes), 1998.

Em 1975, a Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministério da Educação e Cultura, organizou e publicou as edições críticas de obras de Machado de Assis, em 15 volumes. Seus trabalhos são constantemente republicados, em diversos idiomas, tendo ocorrido a adaptação de alguns textos para o cinema e a televisão.

Um forte abraço e até a próxima.

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COLUNA LEITURA: Diários do Vietnã.

imgJulho 25th, 2008, por admin

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Olá queridos!!!

Que bom estar novamente com vocês. Inicialmente quero agradecer todo o carinho na nossa estréia aqui no Mais Ação On Line. Hoje eu separei para vocês mais uma dica especial de leitura que conta a saga da corajosa e romântica Dang Thuy Tram.

coluna_leitura_suzana_livro_dang_thuy_tram_fotoblogmaisacao250708_200pxl.JPGThuy (foto ao lado), aos 24 anos, médica recém-formada, movida por ardor patriótico e também por um grande amor, se embrenhou na guerra dos Estados Unidos da América contra seu país, o Vietnã. Em 1966, Dang Thuy Tram decidiu corajosamente partir para o Sul do país, onde ocorriam os combates mais cruéis, na esperança de encontrar M. por quem se apaixonou aos 16 anos, reatar o namoro, do qual a família de ambos aprovara, e casar-se.

No decurso de quatro anos, se deslocando pela mata em rotas desconhecidas, juntamente com outros médicos e enfermeiros, tentando fugir de ataques, cada vez mais desumanos, Thuy sofria com perdas de familiares e amigos. Desde que saiu de Hanói, onde vivia com sua família, cheia de paixão, ela registrou em pequenos cadernos as repulsas da guerra e as esperanças que insistia em alimentar. Ela escreve também sobre seu amado que a dispensou para dedicar-se inteiramente à guerra. Os relatos de Dang Thuy Tram só cessaram dias antes dela ser morta, em junho de 1970, com um único tiro na cabeça.

Em 1970, Fred Whitehurst, advogado americano, a serviço do governo para examinar documentos apreendidos no Vietnã, com ajuda de um tradutor vietnamita, em meio ao trabalho, que parecia inacabável, foi surpreendido pelos diários de Dang Thuy Tram.

Todas as noites após o expediente, o tradutor vietnamita lia para Whitehurst trechos dos diários de Thuy que o comoviam profundamente. “Eu me apaixonei por ela” diria o advogado mais tarde.

Durante 30 anos, Fred Whitehurst guardou os cadernos de Dang Thuy Tram sem poder procurar a família dela, o que veio acontecer após ele desligar-se do Serviço de Inteligência Americana, no qual estava ligado desde o fim da guerra.

Em 2005, Whitehurst restituiu a família com o tesouro biográfico deixado por Dang Thuy Tram. O advogado americano se encarregou de enviar uma cópia dos escritos para a mãe de Thuy, cuja a idade na época era de 81 anos. Nesse mesmo ano, os diários formam publicados em Hanói, onde virou rapidamente best-seller, alcançando a incrível marca de 430 mil exemplares vendidos até o ano passado.

A edição brasileira de “A NOITE PASSADA SONHEI COM A PAZ” acaba de presentear leitores de todas as idades com sua chegada às livrarias, neste mês de julho. E é essa minha dica de leitura para vocês.

Confira abaixo um trecho do livro.

coluna_leitura_suzana_livro_dang_thuy_tram_capa_fotoblogmaisacao250708_150pxl1.jpg“12 de abril de 1968

Tarde na floresta, a chuva deixou as folhas molhadas e frágeis, pálidas e reluzentes sob o sol. O ar se tornou triste e melancólico. Na enfermaria, o silêncio impera. Uma enorme saudade toma conta de mim. De quem eu tenho saudade? De papai, de mamãe, das pessoas que partiram… No interior dessa saudade existe uma tristeza secreta e profunda, silenciosa como o ar, pesada como a terra. Sinto que aferida do meu coração ainda sangra, uma dor excruciante que nem o trabalho nem as lembranças conseguem aliviar. Ah, esqueça isso Thuy! Troque por uma esperança, mais verde, mais saudável. Use o orgulho para esquecer o desespero. Aquela pessoa não merece seu amor puro e fiel”.

Clique aqui para ler tudo que já foi publicado aqui na nossa coluna.

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COLUNA LEITURA: Um livro sobre o frevo pernambucano.

imgJulho 11th, 2008, por admin

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A Mais Ação estréia mais uma coluna e eu, Suzana Albuquerque, vou estar trazendo para vocês as melhores dicas de leitura. Não deixe de enviar também as sugestões e comentários.

Vamos a nossa primeira postagem que traz o lançamento de um livro sobre o frevo que eu fui acompanhar pessoalmente em Recife (PE).

coluna_leitura_suzana_albuquerque_livro_o_frevo_rumo_a_modernidade_autor_jose_telles_fotoblogmaisacao110708_200pxl.JPGO livro “O Frevo Rumo À Modernidade” é de autoria de José Telles (foto à esquerda), jornalista e crítico musical do Jornal do Commercio de Pernambuco. O lançamento aconteceu no último mês de maio, no Bar Central, em Recife, e reuniu um público eclético de músicos, artistas plásticos, jornalistas e publicitários. Eu conversei com ele e você confere agora mais detalhes sobre essa obra de José Telles.

coluna_leitura_suzana_albuquerque_frevo_fotoblogmaisacao110708_100pxl.JPG“O Frevo Rumo À Modernidade”, vencedor do Concurso de Ensaios sobre o Frevo, promovido pela Prefeitura do Recife e Editado pela Fundação de Cultura, agrega um pequeno ensaio que constitui a essência da história do Frevo, musicalmente de origem pernambucana, seu ritmo uma combinação de machas, maxixes, entre outros. O concurso que premiou a obra de José Telles foi realizado em 2007 nas comemorações dos 100 anos do Frevo.

coluna_leitura_suzana_albuquerque_livro_o_frevo_rumo_a_modernidade_capa_fotoblogmaisacao110708_100pxl.JPGCom orelhas escrita pelo crítico musical Tárik de Souza e prefácio de Mário Hélio, “O Frevo Rumo À Modernidade” (foto à esquerda) está editado em brochura de 91 páginas, com projeto gráfico e capa da designer Germana Freire e ilustrações p&b cedidas pelo acervo de imagens do Jornal do Commercio.

O trabalho de José Teles, de feição eminentemente jornalística, caracteriza-se pela perspicaz investigação de um repórter atento aos detalhes da matéria pesquisada e oferece uma imensa e variada gama de informações históricas sobre o ritmo mais popular do carnaval do Recife.

Espero vocês no nosso próximo encontro. Até lá!

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