
Dentre os artistas que participam do evento, a edição 2009 do festival Cineport conta com a ilustre presença do ator Emiliano Queiroz (foto). Nordestino do Ceará, Emiliano chega à Paraíba para ser homenageado pelo Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa, realizado na Usina Cultural Energisa, na capital João Pessoa. Na segunda-feira (04), foi exibido o filme “Feliz Natal”, de Selton Mello, que traz Emiliano no elenco. Mas é nesta quinta-feira (07) que o veterano ator global irá canalizar as atenções. Às 18h30, na Livraria Cineport, será lançado o livro “Emiliano Queiroz: Na Sobremesa da Vida”, escrito por sua esposa, Maria Letícia; e às 19h, na Sala Digital, será apresentado o documentário “Emiliano Queiroz”, também de Maria Letícia.

O ator conversou com a equipe da Mais Ação Entretenimento sobre o 4º Cineport e as homenagens à sua carreira. Confira abaixo o que disse Emiliano Queiroz.
Mais Ação – Qual a importância de um evento como o Cineport para o cinema e os atores?
Emiliano Queiroz – Acho que os festivais de cinema tem uma importância muito grande porque eles conseguem juntar as pessoas para um acontecimento e não só para uma ida ao cinema. Essa variedade de filmes e documentários desperta e atrai novos adeptos para o cinema. O evento é importante também pois exibe material de novos cineastas. E para o ator, no meu caso, por exemplo, o evento tem um significado festivo: de estar e conhecer novas pessoas, ver filmes que eu ainda não tive oportunidade de ver. Como um todo, é um acontecimento social e cultural da maior importância.
Mais Ação - Do que se trata o documentário “Emiliano Queiroz”?
Emiliano Queiroz – É um documentário inédito feito para o Canal Brasil sobre minha trajetória. Nós fizemos com depoimentos meus, e com a inclusão de várias cenas de filmes que eu fiz, poucas cenas de televisão, mas muita coisa de teatro. Há algumas preciosidades como a primeira montagem da “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque, onde eu canto a música do Geni. Também têm cenas de “Navalha na Carne”.
Mais Ação – E como foi trabalhar com Maria Letícia na elaboração do livro “Emiliano Queiroz: Na Sobremesa da Vida”?
Emiliano Queiroz – Foi um trabalho muito bom, pois a Letícia me viu em várias fases da minha vida. Como minha esposa, ela me viu como marido, pai, avô e também como artista. Contou muito nessa publicação a intimidade construída durante o tempo de convivência. Ela costuma dizer que eu sou um ator que vai desde Mazzaropi até Selton Mello, pois trabalhei com ambos. E o livro fala sobre isso, dessa minha trajetória tanto pessoal quanto profissional, que começou lá em Aracati, Ceará.
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